Termos sustentáveis estão na moda em qualquer conversa que se preze do meio ambiente. Tomam conta de editoriais, capas e mais capas de revistas especializada sobre o assunto e logo caem como samambaias velhas em temas corriqueiros dos vestibulares por ai a fora e só.
Boa iniciativa? Talvez para poucos curiosos sobre o assunto e bem entendidos... A vida sustentável do ser humano comum de residência ainda é uma grande privada ambulante, basta observar as pessoas que jogam o lixo na lixeira mais próxima e que por isso acham que colaboram com o que podem para um mundo melhor. Vamos à praticidade: o cidadão de uma grande cidade ainda pouco se lixa para o lixo da palavra, acha que bitucas de cigarro, aquele pedacinho de papel de bala, aquele desodorante aerosol não farão nada demais com o mundo ao seu redor.
A culpa não é dele, mas o ser humano desde as épocas dos grandes reinados é admirado por seu trono, nem que ele seja uma privada cercada por algumas paredes impenetráveis, e de lá convenhamos só sai “merda” E são estas mesmas revistas especializadas sobre sustentabilidade que irão se despedaçar em entretenimento para servir de distração para ao “rei” enquanto ele colabora para o abastecimento dos esgotos nas galerias de nossas cidades.
Toda esta informação virará um pólen comercial, não sendo nada de mais útil para abastecer uma cabeça de lixeira qualquer, enxertada pelo lado bonitinho da palavra “reciclagem” certamente ligada ao lado de uma poderosa marca, que mudará o seu logo para verde isso ou verde aquilo. Na verdade querendo dizer: “Verderemos” Sustentabilidade para você.
A Sra. fauna e a Sra. flora ainda esperam que esta máxima mude de sentido, mas não será hoje e nem amanhã que algum rei sentirá vontade de levantar de seu trono privada para encabeçar a luta pelo sustento do planeta Terra. Ainda será preciso que a descarga seja dada em tudo isso que escrevi acima e que este rei se levante em direção a pia mais próxima para uma limpeza moral.
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