"Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia." - Paulo Coelho
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| O sistema que circula o certo e o errado no nosso dia a dia não é uma regra, é mais um princípio a ser adotado de acordo com a opção do homem |
Certo ou errado, sem duvida é uma das grandes questões filosóficas, certo de que a filosofia não tenta definir o que é ou não, porem busca transmitir para nós saberes do modo de questionar a razão de algo ser correto ou não.
Vamos juntos embarcar em mais um tema que abrange muitos assuntos, espanar com certa critica e quem sabe expandir um pouco mais nosso campo de visão.
Padrões, quem tem o poder para definir nossas extremidades, certo e errado? Dúvida que existe deste o começo da historia humana. Para se ter uma ideia de até onde encontraremos essas questões, temos os livros da bíblia, segundo o livro de Gênesis, Deus escolheu certa árvore no jardim do Éden para representar o “conhecimento do que é bom e do que é mau”. (Gênesis 2:9)
Acredito que não conseguiremos e talvez nem devemos definir o que é certo ou errado, porém o mais importante não é fazer o que é certo, mas o que se acha que é certo. No nosso intimo, existe aquele instinto que sempre sinaliza se devemos ou não seguir com algo, infelizmente matamos isso, assim como tantos outros dons inatos que possuímos.
É corriqueiro pensarmos se algo esta certo ou errado, da mesma forma que quando jovens na grande maioria os questionamentos vêem depois do ato consumado. Mas com o tempo, depois de muitos auto-questionamentos e sugando situações ao nosso redor chegamos a uma linha de pensamentos padrão, que não foi criada apenas por nós, mas com nossas percepções e nossas famílias com ensinamentos de pai pra filho, de rei pra servo, de governo pra povo. Existe um sistema que tenta definir dentro de uma sociedade o que de fato é certo e o que de fato é errado, mas inegavelmente suas percepções internas, senso ético, critico devem vencer sobre qualquer lanterna voltada para o passado.
Saber avaliar o certo e o errado é algo que os povos enquanto sociedade também se perguntavam e buscavam meios para melhor lidar com isso, por exemplo, os sofistas eram um grupo importante de instrutores gregos eles ensinavam que a opinião popular determinava as normas do que é certo e do que é errado. Um desses instrutores disse: “Aquilo que parece certo e aceitável para uma cidade, continuará sendo certo e aceitável naquele lugar enquanto os que moram ali pensarem assim.” O filósofo Immanuel Kant, expressou um conceito diferente, o periódico Issues in Ethics diz: “Immanuel Kant, e outros como ele, . . . dava ênfase ao direito que a pessoa tem de decidir por si mesma.”
Mas as questões envolvendo este tema são sem precedentes para dialogarmos ou redigirmos . O que há de errado em um homem ter mais de uma mulher, mais de um amor, ou uma mulher ter mais de um homem? O que há de errado em festejar? O que há de errado em pensar? Em amar o individuo do mesmo sexo? O que existe de certo em ser cristão ou de ser ateu? A presidente Dilma tem feito certo ou errado?
Ao invés de caminhar em estradas destruídas na busca do certo, questione a si mesmo sobre suas ações, aquilo fará bem, ou mal; logo vai começar a se encontrar, e quanto mais se encontrar , mais harmonia vai sentir, e menos caos será gerado ao seu redor.
Isso pode soar egoísta - Será que se eu fizer o que me faz bem, não vou estar sendo precipitado e prejudicar os outros? Mas se você pensou que esta certo...
Voltamos ao principio das nossas questões de hoje. Mas eu não estou sugerindo que saiamos por aí fazendo tudo o que queremos, tudo o que faça bem ao nosso ego, à nossa personalidade. Ora, essa personalidade foi construída a partir das experiências imperfeitas que tivemos durante a vida. Sendo assim, é claro que essa personalidade é cheia de distorções e, portanto, capaz de escolhas egoístas e destrutivas! O que estou sugerindo é que façamos o que faz bem à nossa alma. Afinal nossa alma certamente sabe que esta ligada a algo único, cujo qual todos fazemos parte, assim intervindo no agir contra o outro, pois estaria atingindo o meu próprio eu.
Este mergulho interno pode parecer confuso, mas ele é o que faz toda a confusão cessar. Talvez esta seja a nova moral que a humanidade deva desenvolver. Uma moral que vem de dentro, que conecta a individualidade de cada ser à beleza do Todo.
Uma moral que paira além da ambiguidade mutiladora oferecida pelos governos, certos livros, religiões e seres inumanos (Bolsonaros e Valescozudas da vida).
Bem é isso,
Até a proxima.
Vamos juntos embarcar em mais um tema que abrange muitos assuntos, espanar com certa critica e quem sabe expandir um pouco mais nosso campo de visão.
Padrões, quem tem o poder para definir nossas extremidades, certo e errado? Dúvida que existe deste o começo da historia humana. Para se ter uma ideia de até onde encontraremos essas questões, temos os livros da bíblia, segundo o livro de Gênesis, Deus escolheu certa árvore no jardim do Éden para representar o “conhecimento do que é bom e do que é mau”. (Gênesis 2:9)
Acredito que não conseguiremos e talvez nem devemos definir o que é certo ou errado, porém o mais importante não é fazer o que é certo, mas o que se acha que é certo. No nosso intimo, existe aquele instinto que sempre sinaliza se devemos ou não seguir com algo, infelizmente matamos isso, assim como tantos outros dons inatos que possuímos.
É corriqueiro pensarmos se algo esta certo ou errado, da mesma forma que quando jovens na grande maioria os questionamentos vêem depois do ato consumado. Mas com o tempo, depois de muitos auto-questionamentos e sugando situações ao nosso redor chegamos a uma linha de pensamentos padrão, que não foi criada apenas por nós, mas com nossas percepções e nossas famílias com ensinamentos de pai pra filho, de rei pra servo, de governo pra povo. Existe um sistema que tenta definir dentro de uma sociedade o que de fato é certo e o que de fato é errado, mas inegavelmente suas percepções internas, senso ético, critico devem vencer sobre qualquer lanterna voltada para o passado.
Saber avaliar o certo e o errado é algo que os povos enquanto sociedade também se perguntavam e buscavam meios para melhor lidar com isso, por exemplo, os sofistas eram um grupo importante de instrutores gregos eles ensinavam que a opinião popular determinava as normas do que é certo e do que é errado. Um desses instrutores disse: “Aquilo que parece certo e aceitável para uma cidade, continuará sendo certo e aceitável naquele lugar enquanto os que moram ali pensarem assim.” O filósofo Immanuel Kant, expressou um conceito diferente, o periódico Issues in Ethics diz: “Immanuel Kant, e outros como ele, . . . dava ênfase ao direito que a pessoa tem de decidir por si mesma.”
Mas as questões envolvendo este tema são sem precedentes para dialogarmos ou redigirmos . O que há de errado em um homem ter mais de uma mulher, mais de um amor, ou uma mulher ter mais de um homem? O que há de errado em festejar? O que há de errado em pensar? Em amar o individuo do mesmo sexo? O que existe de certo em ser cristão ou de ser ateu? A presidente Dilma tem feito certo ou errado?
Ao invés de caminhar em estradas destruídas na busca do certo, questione a si mesmo sobre suas ações, aquilo fará bem, ou mal; logo vai começar a se encontrar, e quanto mais se encontrar , mais harmonia vai sentir, e menos caos será gerado ao seu redor.
Isso pode soar egoísta - Será que se eu fizer o que me faz bem, não vou estar sendo precipitado e prejudicar os outros? Mas se você pensou que esta certo...
Voltamos ao principio das nossas questões de hoje. Mas eu não estou sugerindo que saiamos por aí fazendo tudo o que queremos, tudo o que faça bem ao nosso ego, à nossa personalidade. Ora, essa personalidade foi construída a partir das experiências imperfeitas que tivemos durante a vida. Sendo assim, é claro que essa personalidade é cheia de distorções e, portanto, capaz de escolhas egoístas e destrutivas! O que estou sugerindo é que façamos o que faz bem à nossa alma. Afinal nossa alma certamente sabe que esta ligada a algo único, cujo qual todos fazemos parte, assim intervindo no agir contra o outro, pois estaria atingindo o meu próprio eu.
Este mergulho interno pode parecer confuso, mas ele é o que faz toda a confusão cessar. Talvez esta seja a nova moral que a humanidade deva desenvolver. Uma moral que vem de dentro, que conecta a individualidade de cada ser à beleza do Todo.
Uma moral que paira além da ambiguidade mutiladora oferecida pelos governos, certos livros, religiões e seres inumanos (Bolsonaros e Valescozudas da vida).
Bem é isso,
Até a proxima.
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