sexta-feira, 25 de outubro de 2013

E aí galera dO Trem! Chegamos à nossa terceira semana de aleatoriedades! E nessa semana trago um livro que me comoveu bastante, e que espero que atinja tantos corações, pensamentos e emoções quanto puder. Falo de “As Vantagens de Ser Invisível”, de Stephen Chbosky!

Capa original americana - Reprodução
Neste magnífico livro conhecemos Charlie, e todos os seus ‘pensamentos’ acerca do mundo e das pessoas, crescendo juntamente com todas as suas dúvidas sobre o mundo, sobre a família, sobre os amigos, sobre o amor, sobre si. Sentindo-se deslocado em quase todo local que vá, Charlie extravasa escrevendo cartas para seu ‘amigo’, e nestas cartas a estória de “As Vantagens de Ser Invisível” se desenrola.

Através das cartas descobrimos que Charlie encontrou amigos verdadeiros, que o fazem crescer e conhecer coisas novas, ao mesmo tempo em que o passado ainda lhe pressiona. A leveza das descobertas de Charlie e sua naturalidade e inocência ao lidar com as coisas são cativantes, e de certa forma nos remetem à um pouco de nós em situações determinadas: confusos, temerosos, tentando entender o funcionamento de tudo e porquê tem de ser tão difícil. Seus amigos, Sam e Patrick, o ajudam a passar pelos dias, ao mesmo tempo em que aumentam seus questionamentos acerca de diversas coisas [dentre estas coisas, o amor que Charlie conhece com Sam, e a intolerância que Charlie sente quase que na pele, sofrida por Patrick.

Não bastasse toda a carga emocional e filosófica, “As Vantagens de Ser Invisível” conta com diversas referências da literatura e da música. Só para citar alguns livros e músicas: “Hamlet”, de Willian Shakespeare; “O Apanhador no Campo de Centeio”, de J. D. Salinger; “Asleep”, da banda The Simths; “Smells Like a Teen Spirit”, da banda Nirvana; e muitas outras. Para muitos [eu incluso], nostalgia da melhor qualidade!

O livro é sucesso de crítica e vendas, tendo inclusive uma versão para cinema [excelente por sinal!] produzida em 2012. Recomendo ambos, pois o filme complementa o livro e vice-versa, sendo que, em minha opinião, os fracos de um são fortalecidos pelo outro.

É muito difícil falar deste livro, pois ele consegue uma proeza espetacular: sua leitura é fluída ao mesmo tempo em que sua carga de sentimentos é pesadíssima. São muitas coisas... Falei uma parcela muito pequena de tudo o que o livro representa!

Bem, fico por aqui nessa semana, desejando uma ótima leitura a quem aventurar-se no mundo de Charlie! Que vocês possam sentir-se infinitos...

Deixo a vocês o trailer legendado do filme!



Abraços e até a próxima!





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